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1771
• A Fazenda do Salto
Grande, uma das
primeiras existentes
na região, é
ocupada, com cultivo
de cana e fabricação
de açúcar.

1799
• Manoel Teixeira
Vilela adquire as
terras e constrói o
solar, sede de uma
das mais importantes
fazendas de
cana-de-açúcar da
região.

1845
Domingos da Costa
Machado, adquire em
11 de junho, de
Manoel Alves
Machado, a
propriedade que
passou a ser
conhecida como
Fazenda Machadinho,
atualmente a praça
Basílio Rangel.

1866
Confederados
americanos,
derrotados na guerra
da Secessão
(1861-1865) nos
Estados Unidos (que
dividiu a nação
entre abolicionistas
e escravistas),
migram para a cidade
de Santa Bárbara d'Oeste
- SP e iniciaram o
cultivo do algodão.

1868
• As famílias
americanas se
instalam na área da
Fazenda Machadinho
para a plantação de
algodão. Depois de
alguns anos Basílio
Bueno Rangel, filho
de Antonio Bueno
Rangel, vendeu
algumas glebas de
terra para o capitão
Ignácio Correa
Pacheco, dando
início ao primeiro
loteamento. Ao redor
da casa, sede da
fazenda, que nasce o
povoado da Vila
Americana. Nesta
época, vieram muitos
comerciantes e
imigrantes,
principalmente da,
Itália, Espanha e
Portugal. De 1860 a
1870 a cultura do
algodão cresceu
muito.

1870
• O major Francisco
de Campos Andrade
adquire parte da
Fazenda Salto
Grande. Famílias
italianas, com a
liderança de Joaquim
Boer, se instalam
nas terras para
trabalhar.

1873
• A Fazenda do Salto
Grande é desmembrada
e uma parte é
comprada por Antonio
de Souza Queiroz.

1875
• Com o
desenvolvimento da
Vila, através da
expansão da cultura
do café, torna-se
necessária uma
estação ferroviária
para transportar o
produto agrícola da
região. Em virtude
disto, os produtores
de café mobilizam-se
para a construção da
estrada de ferro. Em
1875, a Companhia
Paulista de Estradas
de Ferro, é
inaugurada a Estação
de Santa Bárbara,
com a presença do
Imperador Dom Pedro
II e comitiva real.
No mesmo tempo é
fundada a Fábrica de
Tecidos Carioba, por
Antonio e Augusto de
Souza Queiroz,
associados ao
engenheiro
norte-americano
Willian Pultney
Ralston.

1878
• A construção da
estrada e o
crescimento de
Carioba atrai vários
trabalhadores,
muitos imigrantes
portugueses,
moradores e
comerciantes das
cidades vizinhas,
gerando um aumento
da comercialização
dos produtos
agrícolas. Começa o
início da formação
de uma vila
operária.

1896
Com a abolição da
escravatura e da
grande concorrência
externa de tecidos,
a fábrica é fechada.

1899
• A Companhia
Paulista constrói um
estabelecimento para
armazenar o estoque
de melancias -
"Cascavel da
Geórgia"-,
cultivadas em larga
escala pelos
imigrantes
americanos, muito
apreciadas em
Campinas e São
Paulo.

1900
• Em 28 de julho é
criada a primeira
paróquia da Vila
Americana, a Igreja
de Santo Antônio. A
devoção vem com as
famílias italianas
em 1868.

1901
• O comendador
alemão Franz Müller
reabre a tecelagem e
passa a dirigi-la.
Muitos trabalhadores
chegam de áreas
têxteis da Itália e
também da Alemanha,
como as famílias
Bernstein, Nielsen,
Mathiensen e Hansen.

1904
• Devido a grande
movimentação dos
imigrantes, a vila
fica conhecida como
"Vila dos
Americanos" e,
então, ganha o nome
de Vila Americana.
Os habitantes de
Santa Bárbara d'Oeste
acreditam no direito
de cobrar impostos
sobre as atividades
comerciais, produtos
agrícolas e
residências dos
moradores da Vila
Americana. No
entanto, o povoado
americanense alega
estar no território
de Campinas.No dia
30 de julho é criado
o Distrito de Paz
que confirma a
alegação dos
moradores da vila de
que Americana
pertence a Campinas.

1907
Comendador Franz
Müller, proprietário
da Fábrica de
Tecidos Carioba,
compra a parte
remanescente da
Fazenda Salto
Grande. Inicia-se a
construção da Usina
de Salto Grande, que
passa a fornecer
energia elétrica
para Americana,
Cosmópolis e Santa
Bárbara.

1924
• Em 12 de novembro
a Vila Americana
conquista sua
autonomia política e
administrativa
constituindo o
Município de Vila
Americana. A
primeira Câmara
Municipal foi
constituída por
Liráucio Gomes,
presidente; capitão
Sebastião Antas de
Abreu,
vice-presidente;
Jorge Gustavo Rehder,
prefeito, e Flávio
Lopes,
vice-prefeito.

• 1930
A Usina de Salto
Grande é vendida
diante da crise
econômica de 29,
para a Companhia
Paulista de Força e
Luz.

1934
• É construída a
Usina de Cariobinha
para fornecer
energia elétrica à
indústria de
tecidos.

1946
• João Abdalla
adquire a Fazenda do
Salto Grande e a
fábrica de tecidos
Carioba. Em virtude
do aumento
populacional é
criado o Tiro de
Guerra, sendo que
seu primeiro diretor
foi o tenente José
Paccioli.

1949
No dia da
comemoração dos 25
anos de emancipação
Americana vive uma
das suas maiores
tragédias. Uma
tromba d'água atinge
a área central da
cidade, destruindo
casas e causando
mortes.

1952
• O prédio do Cine
Cacique é construído
pela família Duarte,
e por muitos anos
acontecem shows da
Rádio Clube.

1961
• O clube de futebol
de Vila Americana
que criou o Sport
Club Arromba,
rebatizado de Rio
Branco Foot Ball
Club (1917), ganha
novo nome: Rio
Branco Esporte
Clube. Começam as
obras da sede
social, na rua
Fernando de Camargo.

1984
• Em 12 de outubro é
fundado o Parque
Ecológico
"Engenheiro Cid
Almeida", possui 120
mil metros
quadrados.

1988
O Teatro Municipal
"Lulu Benencase" é
inaugurado em março.
A cerimônia fica
marcada pela queda
do palco durante a
apresentação da
Orquestra Sinfônica.

1992
O império têxtil é
atingido devido as
importações, dando o
início da crise que
durou até 1995. A
produção de tecidos
sofre uma queda de
60%.

1995
• A produção das
tecelagens sofre uma
queda de 60%.

1996
• A cidade começa a
reagir crise têxtil,
após investimentos
em tecnologia e
salvaguardas do
governo contra a
importação sem
critérios do tecido
asiático.

2002
• A Indústria em
Americana possui uma
grande
diversificação de
trabalho.
• A indústria têxtil
se destaca mas há
setores de produção,
como metalúrgico,
químico e
alimentício e o
setor de serviços
cresce
vigorosamente.
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